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Cripto Radar: as principais notícias
2018-05-03 08:15:23
Cripto Radar: as principais notícias

Confira algumas das notícias mais importantes que circularam pelos veículos nacionais e internacionais:

A Sohn Investment Conference, em Nova York, EUA, é geralmente um lugar onde os melhores gestores e investidores de fundos de hedge de Wall Street apresentam as suas melhores opções de acções – da Amazon à Valeant Pharmaceuticals. E pela primeira vez na história de 23 anos do evento, um desses investidores usou a oportunidade do evento para recomendar um certo investimento digital: o Bitcoin. John Pfeffer, sócio de seu escritório familiar em Londres, Pfeffer Capital, não está apenas a apostar no Bitcoin, mas a dar-lhe uma ousada meta de preço de US$700 mil – cerca de 75 vezes o preço actual do Bitcoin. Embora Pfeffer não tenha estabelecido um prazo para sua previsão, sua meta supera previsões optimistas de outros investidores influentes, como o capitalista de risco Tim Draper, que no início do mês previu que o preço do Bitcoin chegaria a US$250 mil até 2022.

Tom Lee, co-fundador da Fundstrat Global Advisors, discute por que ele prefere o Bitcoin ao Bitcoin alternativo, o Bitcoin Cash, durante o programa Fast Money, da CNBC.

Em Teresina, capital do Paiuí, as criptomoedas também estão presentes. Além dos investidores que circulam essa moeda no mundo digital, alguns empresários estão a adoptar as moedas digitais como método de pagamento no comércio rotineiro. Isso está a tornar a capital piauiense numa das referências desse segmento tecnológico na região nordestina. Em entrevista para o site da Universidade Federal do Piauí (UFPI), o vendedor Josué Feitosa ressalta a força da criptomoeda: “O que me chamou muito a atenção no sistema criptografado foi a rapidez e a segurança nas operações. O que me empolgou nesse negócio em Teresina foi ver a utilização do Bitcoin no mercado comum”.

Alegações de roubo de electricidade levaram à prisão mineradores de Bitcoin em duas cidades chinesas, segundo relatos. No primeiro caso, seis indivíduos foram presos em Tianjin, com a agência de notícias local Xinhua dizendo que os suspeitos supostamente usaram 600 mineradores de criptomoedas para gerar Bitcoin com energia retirada da rede elétrica local. A polícia alegou que evitou pagar as contas resultantes, ignorando o medidor de energia eléctrica. Uma investigação foi lançada, segundo a Xinhua, depois que a companhia de energia local percebeu o pico de consumo de electricidade enquanto detectava uma diferença significativa em relação à corrente medida. Isso levou à apreensão de 600 mineradores de Bitcoin.

A Power Ledger, pioneira em compartilhar  energia com base em Perth, Austrália, anunciou um acordo com a Kansai Electric Power Co. (KEPCO), segunda maior concessionária de electricidade do Japão, para testar o compartilhamento de energia renovável P2P no país, de acordo com a Australian Financial Review. A KEPCO faz planos para implementar a plataforma Power Ledger para desenvolver Virtual Power Plants (VPP), onde procuras locais de energia podem ser atendidas por instalações de geração e armazenamento de propriedade do consumidor. O objectivo do estudo é permitir que os consumidores geradores de electricidade monetizem seus investimentos em energia renovável, enquanto fornecem à sua comunidade energia mais barata por meio da plataforma peer to peer baseada em blockchain.

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